quarta-feira, 26 de setembro de 2007

psicótica

aaaaaaaaaah!
esta foto fala tudo...."psycho"é um dos melhores filmes de todos os tempos!
hitchcock..ah,hitchcock,seu maldito!
eu já rôo unhas,com "psycho"então..sacanagem!cada detalhe genial,cada plano,cena e sequências geniais!até um detalhe simples,como o sutiã da "protagonista"(isso também é do caralho..você acha que é a protagonista e de repente ela morre!uooou!)ser branco no começo e ser preto quando ela pensa em roubar o dinheiro;sutilidade de gênio!o ator tony perkins,que faz o norman bates,também achou um bom apoio em cena:balas de halloween.balas!e com isso o personagem se desenvolve.com balas!
mas o que mais me impressiona mesmo é um erro de continuidade.sim,um ERRO!já havia visto o filme bastantes vezes,mas só hoje percebi que marion,quando chega no bates motel,não desliga o pára-brisa (viva o hífen!) do carro.se até uma equipe de profissionais inteira com um diretor bom pra caralho erra..o que dirá de nós!nós?incluo aí a equipe inteira de "psycho",porque pensando bem um erro revela a fraqueza,a doce fraqueza que é ser humano;a doce fraqueza do ser humano.
senti um alívio...lembrando do também grande mas também "apenas"humano (esta palavra já dá muito mais peso ao "apenas")nelson rodrigues,a perfeição realmente é pra menininha que toca piano e faz bordado.e eu,como vocês sabem-se não,fiquem sabendo-..de boa,não tenho paciência pra fazer bordado.

4 comentários:

Rodrigo Sérvulo disse...

garotas perfeitas que tocam piano e fazem bordado em seus vestidinhos pastéis cheios de pano são chatas. ¬¬

São os erros que fazem de cada indíviduo fascinante e especial, e da raça humana uma praga.

Nossa, que profundo o que eu disse agora. =P

Beijos!

yara b . disse...

grazadeus eu também erro...
e feio, viu?

não nasci com vocação pra bordar... definitivamente!

há os que pintam e bordam...
eu pinto o 7.

rá!

thai disse...

esse filme é demais.
e meu deus do céu, só em lembrar da música eu fico tensa.
ahhaha
beijo, moça!

Eduardo C. disse...

todo mundo erra

herrar é umano